Por exemplo, "fazer um som" nunca foi tão barato como hoje em dia. Um iPod ou celular ou MP3 player (coisa que todo mundo tem), duas caixinhas, um amplificador, e estamos prontos para fazer barulho. E com um pouco de cuidado na escolha dos componentes o "barulho" terá qualidade bem razoável.
Meu mini-system Sony estava nas últimas, hora de procurar um substituto. Como as excelentes caixas acústicas ainda estavam ok, o caminho parecia ser o ferro de soldar. Planejava montar um amplificador classe D, metendo-o na própria caixa.Aí descobri que há uns "amplificadores universais" para vender no Mercado Livre. Assim como os kits para montar, são baseados em circuitos integrados TDAxxxx, mas com a comodidade de estar pronto e funcionando.
Optei pelo Alfatronix da foto por ser fabricado em Joinville mesmo e possuir fonte integrada. Potência máxima sem distorção de 10W x 2, mais que suficiente para meus casos de uso.
Este aparelho tem aqueles controles "estilo anos 70": balanço, tom e loudness acoplado ao volume (menos volume, mais loudness). Se a fonte de áudio e as caixas acústicas forem minimamente boas, o melhor é deixar todos estes controles na posição neutra.
Eu preferia que não houvesse controle algum, em particular o loudness acoplado ao volume -- porque o computador também tem controle de volume e aí temos diversas combinações onde o volume total é constante mas o timbre fica diferente. O jeito é regular o volume no amplificador uma única vez e "esquecê-lo".
A qualidade de som parece muito boa, quase indistinguível do finado Sony, certamente melhor que o esperado para a proposta do aparelho.
Tenho a impressão que a saída analógica de fone de ouvido não é ideal, e além disso tem o tradicional mau contato. A próxima "parada" vai ser o uso da saída digital (S/PDIF) que alguns aparelhos têm, embutido no mesmo buraco do fone de ouvido. Já achei um decoder para analógico no DealExtreme, compra-lo-ei mês que vem e vocês ficarão sabendo se presta ou não :) Até lá.