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Blog pessoal EPx

Sábado, Junho 28, 2008

Felix, primeiro e único

Agora o Felix está com 3 meses e meio. É engraçado como ele já gosta de estar no meu escritório e cobiça os objetos, em particular as miniaturas de trens (talvez por serem vermelhas). Tem consideravelmente mais graça agora que ele sorri e balbucia.

Pelo menos até agora tudo tem sido tudo muito tranquilo, ele não ficou doente ou indisposto nenhuma vez apesar do frio, e as latas de Nestogeno vão esvaziando uma após a outra. Depois dizem que criança nascida de cesariana e que não é amamentada até os 10 anos vive doente... Parto normal e bico do seio rachado na mulher dos outros é refresco :)

Naturalmente, ter um filho é muito absorvente. A Ana gasta uma parte muito grande das horas úteis com ele, e sobra pouco tempo para as demais tarefas da casa. Um amigo meu do Recife tem duas empregadas em casa, uma babá e uma empregada "normal", o que era motivo de gozação ("você tem departamento de RH na sua casa também?") mas hoje eu compreendo perfeitamente a situação.

Por conta disso, não pretendemos ter mais que um filho. A vasectomia está marcada para o dia 4 próximo. É uma das poucas decisões em que eu e a Ana estamos 100% de acordo.

Todo mundo do meu círculo de relações tem criticado esta nossa decisão, mas como nenhuma dessas pessoas ainda me ofereceu um dote de um milhão para financiar a criação de outros filhos, creio que não há outros "stakeholders" que não nós dois.

Quase todas as razões que me apresentaram para ter mais de um filho, eu considero totalmente inválidas. "E se o Felix morrer?" -- isso me lembra o gerente do banco querendo me vender plano de previdência "para o caso de você morrer". Outra é "que filho único fica mimado" -- como se não houvesse filhos mimados em proles numerosas (o que é pior ainda, pois significa que um filho foi mais bem tratado que os demais). "Ter dois ou mais filhos é mais divertido" (para mim a paternidade é em primeiro lugar uma esmagadora responsabilidade; a diversão está num distante segundo lugar).

A única pessoa que apresentou uma razão menos má para eu ter mais de um filho foi meu amigo Osvaldo Santana: que pessoas com boas condições sócio-econômico-culturais deveriam procurar ter mais filhos, pois assim entregamos o futuro do mundo (e o da nossa Previdência!) a um público melhor. Deixar o grosso da demografia a cargo dos pobres e desequilibrados pode significar um futuro funesto.

Mesmo considerando correto este raciocínio, acho que já faço a minha parte não sendo um "Dink" (double income, no kids). O mundo moderno já impõe um handicap pesado a quem decide formar família, então que seja uma família pequena.

19 Comentários:

  • Às 12:09 PM , Blogger caio1982 disse...

    Dúvidas:

    A sua esposa Ana fará Laqueadura também? Ao invés da esterelização, por que não simplesmente se decidir por não ter mais filhos?

     
  • Às 2:35 PM , Blogger leoboiko disse...

    Eu não vejo nada de mais em querer ter só um filho (a maioria das pessoas hoje não quer ter nenhum…). Porém, eu questiono gravemente querer fazer cesariana ou não amamentar no peito por desculpas como bico rachado. A evidência científica dos benefícios do leite materno é enorme; não só sistema imunológico durante a infância, mas durante a vida toda; até o QI está correlacionado.

    Ah, e quanto a doenças, espere ele passar de 12 meses; é aí que começa a ficar divertido ;)

     
  • Às 2:56 PM , Blogger EPx disse...

    Deve ser por isso que eu sou burro, mamei apenas uma semana e nasci de cesariana :)

    A minha observação empírica é que, além da Ana estar sofrendo com o problema do seio e precisar estar "in loco" a cada vez que o Felix queria se alimentar (eu não tinha como ajudar dando a mamadeira), a quantidade de leite era sempre "insuficiente", e ele vivia sempre com fome. O Nestogeno, inicialmente concomitante com o seio, resolveu estes problemas.

    A mãe natureza pode ser sábia, mas o fato é que não vivemos mais na natureza. Não deixamos os filhos fracos morrerem e tomamos remédios quando estamos doentes. Em particular no caso do parto normal, vejo muita gente falar contra cesariana, mas na hora do "vamo ver" a respectiva esposa sempre vai para cesariana, e tais pessoas sempre têm uma desculpa na ponta da língua ("ah, o caso dela era especial por X, Y e Z"). Mas todo parto é único, então...

    Finalmente, sobre o que o caio1982 falou, laqueaura bagunça muito o sistema hormonal da mulher, enquanto a vasectomia não tem nenhuma contra-indicação. Também prefiro isso do que fazer a Ana tomar anticoncepcionais a vida toda, pois eles são hormônios e ficar tomando hormônio é pra gado de corte.

     
  • Às 3:28 PM , Blogger leoboiko disse...

    A Márcia fez parto normal, apesar de ser magra demais e minha filha ter nascido grande demais. E vai fazer normal agora com o Filho Número 2 também. A gente sofreu um monte pra aprender a amamentar do jeito certo, mas aprendemos. Nós também temos os problemas do bebê morder, o leite ser pouco e precisar complementar com NaN, etc., mas amamentamos sempre que possível e vamos amamentar os próximos.

    Saúde do filho > conforto dos pais.

    E sem querer ser chato, mas resultados de centenas de pesquisas > suas (ou minhas) observações empíricas :)

     
  • Às 5:40 PM , Blogger Kátia disse...

    eu pretendo ter só um, não sei ainda o motivo.
    quanto ao parto normal: é indiscutível o benefício e escolher a cesariana por conveniência pessoal é tão medonho que dispensa comentário. Mas é preciso saber o limite entre o que é mais saudável para mamãe / bebê e colocar em risco a vida de ambos "porque quero de qualquer forma ter parto normal". Recentemente uma amiga que teve sua primeira filha perto dos 40 entrou nessa pensando "já que provavelmente só vou ter uma, que seja do jeito certo". Não havia uma única vez que eu não perguntasse como estavam as coisas que ela não citasse o parto normal como a coisa mais primordial de tudo. Quanto à amamentação (benefício igualmente indiscutível): independente do que se discuta, uma mãe com o mínimo de consciência sabe que o conforto dela é menos importante que a saúde do filho. Mas ela, apesar de mãe, continua sendo humana e por isso com um nível maior ou menor de tolerância à dor (homens: imaginem alguém sugando seus testículos feridos). Não dá para dizer "mas eu amamentei com o bico rachado então qualquer um consegue". Fora que, considerando ainda uma mãe com o mínimo de consciência, ela já se martiriza o suficiente quando não consegue amamentar seu filho (ou quando possui outro tipo de limitação) e por isso é maldade alguém (marido, família, etc) ficar cobrando, lembrando, questionando à respeito da limitação dela.

     
  • Às 8:29 PM , Blogger EPx disse...

    Se complementa amamentação com NaN, já não é 100% natural, e estamos em pé de igualdade, pois é o que fazemos aqui também.

    Quanto à cesariana, segundo o obstetra a Ana tinha todas as características para ter um excelente parto normal. Até eu achei que deveria ter parto normal. Se eu fosse mulher, preferiria o parto normal pois tenho medo de injeção, ainda mais daquela anestesia que dão na espinha.

    Mas ela preferiu cesariana. A decisão final tinha de ser dela dela, porque a () é dela, afinal de contas :) E agora é tarde para discutir, haja ou não conseqüências ruins.

     
  • Às 8:56 PM , Blogger leoboiko disse...

    Eu não disse que a gente amamenta 100% natural, ou mesmo que 100% natural é a melhor coisa sempre (acho que até bloguei sobre os perigos da idolatria do "natural" tempos atrás). Eu disse, isso sim, que nesses casos específicos do parto e do aleitamento, está mais que provado que natural é melhor pro RESTO DA VIDA do filho, e acho o fim da picada perder esse benefício enorme com desculpas tipo "ai mas deixa o peito caído" ou "estou com medo da dor". Se não quer sofrer faça como a massa e não tenha filho :p Pais têm que ser fortes, têm que ser acima da média. Aliás eu me estranho que você que é cristão pense diferente; meus outros amigos cristãos levam isso extremamente a sério, a ponto de achar que mulher tem que ficar em casa e não trabalhar pra poder se dedicar mais aos filhos. Eu não concordo, mas respeito a razão por trás.

    Quanto ao leite not-a-number, é verdade que a gente não conseguiu alimentar a v. 100% no peito, pra muita tristeza minha :( Mas não foi falta de tentativa, muito menos por medo de rachaduras ou incômodos. A gente forçou até onde deu, levou semanas de choro e stress pra conseguir fazer ela pegar peito (e na UTI neonatal ainda…) Só migramos pra alimentação mista quando ela começou a perder peso, mas ainda assim mamamos ela no peito pelo menos cinco vezes ao dia. E vamos repetir com o número 2. Só estou chateado de ter que desmamar ela cedo… Com pouco leite, não vai dar pra dividir entre dois filhos :/

     
  • Às 9:07 PM , Blogger leoboiko disse...

    Kátia: Claro que se a mãe tem risco tem que fazer cesária, né. Eu sou a favor de 100% de controle da mãe, pra mim se o parto tá arriscado vale aborto, o que for. Mas não tenho a confiança que você tem no tal instinto maternal. Cansei de ver mãe por aí escolhendo cesária e mamadeira por pura conveniência — isso sem falar nos médicos brasileiros que tentam forçar cesária pelo lucro que dá, ou mesmo por ser mais fácil de agendar. Sim, isso rola.

     
  • Às 9:17 PM , Blogger leoboiko disse...

    Ah, já ia me esquecendo de dizer que, pro estilo de vida moderno, eu acho filho único até melhor, pela simples razão de que penso que crianças precisam do máximo de atenção possível. Uma pena; por mim queria ter uns dez, mas aonde a gente vai encontrar tempo pra conversar e brincar e estimular uma prole enorme?

    Mas que eu vou dar um jeito de arranjar pelo menos uns três ou quatro, isso eu vou. Não contem pra Márcia, ela só quer dois…

     
  • Às 9:21 PM , Blogger Roberto Teixeira disse...

    A vasectomia está marcada para o dia 4 próximo.

    return -ETOOMUCHINFO;

    EPx, o que mais me incomoda em tudo isso é que não lembro da votação no #d00dz para ver se estamos de acordo com a "decisão".

    E não podemos esquecer... com o dinheiro que será gasto na vasectomia, você poderia ajudar um cunhado.

     
  • Às 10:04 PM , Blogger EPx disse...

    Nesse aspecto particular, eu sou "cristão" como seus amigos. Nosso casamento é medieval: homem trabalha fora e mulher cuida da casa e dos filhos. Mas foi uma opção da Ana, não minha.

    Coloquei entre aspas pois acho ortogonal ser cristão e a esposa não trabalhar fora. Sei que os evangélicos pentecostais tendem a encorajar esse tipo de configuração familiar. Mas nem sequer sou pentecostal.

    Eu não teria nada contra a Ana trabalhar fora, porém o salário teria de ser suficiente para cobrir todas as despesas oriundas da ausência dela (babá, empregada). Não faria sentido eu arcar com tais custos e ela trabalhar por esporte. Ninguém vem ao mundo a passeio.

     
  • Às 12:06 PM , Blogger Adriana disse...

    Partilho da mesma opinião que vocês. Quando minha filha tinha 6 meses, meu marido também fez vasectomia.
    Eu não sou tão polida quanto vocês com relação a argumentação para não ter mais filhos.
    Inicio o meu discurso "finamente" assim: "filho é coisa para louco ou rico. como não estou louca muito menos rica, fica para a proxima".
    É normal as pessoas argumentarem quando a morte de filho, mimar filho, etc. Eu contra-argumento com boas razões. Uma delas é que não conheço nenhum pai ou mãe que não faça distinção entre filhos. Sempre um é o preferido e o outro se sente preterido. Uma vez argumentando isso a mãe disse: "eu não faço". Perguntei: "você perguntou para os teus filhos se eles pensam assim?". Um tempo depois ela veio me dizer que tinha conversado com os filhos e eles tinham dito que era nítida a preferência que ela tinha por um deles.
    Filho é caro. Filho toma tempo. Filho é complicado no mundo de hoje. Eles saem para a escola, balada ou outra coisa e não sabemos se voltarão vivos.
    É muito bom mas eu recomendo apenas para quem realmente tem dinheiro. Não sou cruel, apenas realista. Vocês já calcularam quanto custa um filho? Ter filho para dizer que teve, para ser mais um no mundo, para sentir falta de muita coisa, prefiro não ter.
    Minha filha desde 4 meses e meio vai para a escolinha. Com essa idade, passava 10 horas por dia lá. Depois do meu dia de trabalho altamente desgastante, tinha que chegar em casa, limpar casa, fazer comida, lavar e passar roupa, e feliz da vida ter que sentar no chão para birncar com uma criança.
    Acaba que a casa fica mal cuidada, o marido fica mal cuidado, a criança não tem toda a atenção que merece e eu, nem se fala. Era sempre a última das últimas coisas a serem feitas. Os casais se separam e acham estranho. Eu não acho. Não acho mesmo. A mulher passa a não existir mais. Só existe a mãe, a empregada, a motorista, a profissional. A amante vai por água abaixo pois tem horário extremamente restrito para ficar com o marido.
    Tentei uma época deixar minha filha meio período na escola. Num ano troquei 7 vezes de empregada e 2x de diarista. Uma empregada roubou o celular da minha filha, outra levou minha filha de casa e outra era traficante de droga evadida da polícia. Não desejo a ninguém o que eu passei.
    Quando uma mãe mata um filho, eu entendo. Calma. Não concordo mas entendo. Pegue uma mulher com TPM, sem dinheiro, trabalhando muito, sem tempo para tomar um banho sossegado ou namorar o marido. A criança chora dias e noites a fio. Chega uma hora que se ela não procurar tratamento psiquiátrico, vai surtar e numa dessas pode cometer as mais diversas cosias com o ser indefeso.
    Atualmente continuo casada com o pai da minha filha e ela tem 9 anos. Não me arrependo de nada. A única coisa que digo para os que sonham em ter filhos é se eles realmente vão ter estrutura emocional, financeira e outras coisas mais.
    Eu adoraria ser mãe mesmo. Teria tido mais filhos. Como não posso ser mãe, optei por não ter mais filhos. Se os tivesse, seriam mais filhos sem mãe, revoltados, dentro de uma sociedade cruel, competitiva e outras coisas mais.
    Pensei bem antes de ter filho: vocês serão realmente pais ou apenas quem os colocou no mundo?

    Um abraço e que deus abençoe vocês!!!

     
  • Às 1:31 PM , Blogger EPx disse...

    Pois é. Minha esposa fica o dia inteiro em casa só para cuidar do Felix e da casa. E mesmo assim não tem dado conta de fazer as duas coisas direito. E é porque não dá mesmo. Se a Ana um dia quiser ter um trabalho de meio período ou um hobby absorvente, como eu vivo estimulando ela a ter, nem pensar em ter mais um filho.

     
  • Às 2:48 PM , Blogger Roberto Teixeira disse...

    Deus disse "crescei e multiplicai-vos", como documentado historicamente e inegavelmente em Gênesis 1:22.

    Ao fazer o procedimento, você estará inegavelmente indo contra os desígnios do Senhor e do Plano Divino, pois se a ordem é multiplicar-se. Assim, temos:

    Lema #1: Tendo que {x ≥ 0, x ∈ Z} é o Fator de Multiplicação Divino. E também que as duas constantes h e m representam as duas entidades absolutamente necessárias para a multiplicação: um homem e uma mulher (nada contra os homossexuais, mas neste caso vocês vão perder qualquer discussão, então nem tentem), pode-se dizer que a função casal C(h,m,x) deve resultar em um número de filhos n ≥ 0, onde n ∈ Z, por razões óbvias.

    Em acordo com o Lema #1, pode-se rapidamente concluir que:

    C(h,m,x) = f(hm) × x

    A função f(hm) aqui representa a reprodução humana, cujo funcionamento detalhado foge ao escopo deste comentário. Basta saber que, em codições normais de temperatura e pressão ou quando aplicada a seres humanos, o resultado é sempre constante:

    f(hm) = 2

    Neste ponto pode-se provar que ter apenas um filho ofende o Senhor, pois:

    C(h,m,x) = f(hm) × x = 2 × x

    ora, se o número n for 1, tem-se que:

    2 × x = 1 ≡ x = ½

    E, claro, ½ contraria a regra {x ≥ 0, x ∈ Z} e seria, portante, uma heresia.

    Q.E.D.

     
  • Às 3:02 PM , Blogger mrbotty disse...

    é isso aí! tá provado!

     
  • Às 3:34 PM , Blogger Anderson disse...

    Eu sou filho único e considero muito acertada essa decisão (tomada por fatores financeiros) por parte dos meus pais. Você conhece algum estudo que correlacione algo com o fato de ter 0 irmãos? Por enquanto eu acho que não influencia em nada.

     
  • Às 3:38 PM , Blogger Anderson disse...

    Roberto Teixeira: Na frase "crescei e multiplicai-vos", ninguém disse que a multiplicação não poderia ser por 1 (2 filhos por casal) nem por 1/2 (1 filho por casal) ou até por 0 (0 filhos por casal)

     
  • Às 3:47 PM , Blogger mrbotty disse...

    Bom, Lema #1 define clara e arbitrariamente {x ≥ 0, x ∈ Z}.

    Além disso, deve-se sempre lembrar que Ele é sábio e portanto seria sábio tentar ler as entrelinhas do texto literal da bíblia. Se de 2 pessoas sairem apenas 1 e assumirmos corretamente que não pode haver fornicação nem adultério, haverá uma diminuição populacional, o que claramente não está de acordo com Seus desígnios.

     
  • Às 6:01 PM , Blogger Marciom disse...

    Também tinhamos optado pelo parto normal. Mas algums problemas técnicos nos impediram: Já estava na hora do bebê nascer mas a placenta não estava posicionada no local correto. E dentro de poucos dias, a obstetra que acompanhou toda a gestação da minha esposa iria para um congresso e poderia não estar presente na hora do parto.

    Optamos então pela segurança da cesariana e tudo correu bem.

    Quando nosso filho nasceu, minha esposa teve problemas e não pode amamentar.

    Nosso filho sempre tomou leite artificial. Nos primeiros 2 meses ele teve muita cólica, mas depois isso passou.

    Hoje ele está com 2 anos, é um garoto forte e inteligente, e está inclusive acima da média de estatura da idade dele. Nunca tivemos problemas sérios com doenças, a não ser as *oses da vida.

    Provavelmente se ele tivesse leite materno seria mais resistente a algumas delas.

    Sendo assim, concluo que não fazer o parto normal ou não poder amamentar não são coisas tão cruciais, ao menos na época em que vivemos.

    Ainda estamos pensando se vamos ter mais um filho. Realmente é uma tarefa que demanda tempo e dinheiro. Não diria que voce precisa ser louco, mas sim que sua cabeça tem que estar muito bem preparada. Não só a sua, mas como a da sua esposa ou marido.

     

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